Abrangência do Senalba Ponta Grossa: Intermunicipal; Base Territorial: *Paraná*: António Olinto, Arapoti, Carambeí, Castro, Cruz Machado, Curiúva, Fernandes Pinheiro, Guamiranga, Imbaú, Imbituva, Ipiranga, Irati, Ivaí, Jaguariaíva, Mallet, Palmeira, Paula Freitas, Paulo Frontin, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Porto Amazonas, Prudentópolis, Rebouças, Reserva, Rio Azul, São João do Triunfo, São Mateus do Sul, Sengés, Teixeira Soares, Telêmaco Borba, Tibagi, União da Vitória e Ventania.





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Notícias

Entidades divergem sobre alta da Selic Posted on 03 Nov 2014 by Fabiana
Enquanto a Federação do Comércio do Estado de São Paulo (FecomercioSP) comemorou a alta dos juros, afirmando que a o risco de alta da inflação não foi eliminado, as indústrias fluminenses desaprovaram a medida. O Banco Central elevou nesta quarta-feira (29) a Selic para 11,25%, após manter a taxa básica de juros estável por três reuniões consecutivas. A alta ocorre após a eleição presidencial. A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) defendeu que a alta dos juros não é solução para um quadro de "baixo crescimento, piora da inflação, erosão do quadro fiscal e aprofundamento do deficit externo". Trabalhadores também reclamaram da medida. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) disse que a alta emperra o crescimento. O ex-presidente do Banco Central e sócio da Tendências Consultoria, Gustavo Loyola, avaliou que a alta de 0,25 ponto porcentual na taxa básica de juros (Selic) é um sinal de que o órgão busca "recuperar a credibilidade da política monetária após o embate eleitoral", numa sinalização ao mercado de uma maior rigor da política monetária. Para Loyola, outro fator determinante para o aumento da Selic foi a inflação ainda resistente e acima do teto da meta de 6,5% ao ano determinada pelo governo. "A decisão visa frear a inflação que, ao contrário do que o Bando Central esperava, mostra resistência, e tem ainda como e objetivo de recuperar a credibilidade da política monetária para recobrar as expectativas positivas após os embates", disse Loyola ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Loyola lembrou que a comunicação feita recentemente pelo o BC sinalizava que a "porta não estava totalmente fechada" para novas altas. O ex-presidente da autoridade monetária, no entanto considerou que a decisão do aumento na Selic era esperada pelo mercado para um médio prazo, entre o final deste ano e 2015. "Tinha um campo minoritário que apostava nisso (alta ainda este ano) e um número maior achava que viria mais adiante. Na Tendências tínhamos um call do aumento para ano que vem", concluiu O aumento indica que o Banco Central (BC) retomou o ciclo de alta, disse o economista-chefe do Besi Brasil, Jankiel Santos. De acordo com ele, em dezembro a Selic deve ter nova elevação porque, se o BC está mirando a inflação, 0,25 ponto não será suficiente para conter a taxa. Sobre o placar dos votos, que contou com três contrários à elevação da Selic de 11% para 11,25% ao ano, o economista entende que há no board do BC gente que discorda que a inflação estaria descontrolada. O mercado recebeu positivamente a alta de 0,25 ponto porcentual na Selic. Para Eduardo Velho, economista-chefe da Global Invx Partners, a elevação para 11,25% ao ano surpreendeu, mas foi também uma sinalização importante e positiva para os agentes do mercado. "Achávamos que o BC ia esperar o câmbio flutuar e que subisse a taxa apenas em dezembro, não agora. É um sinal muito positivo para o início do segundo mandato", observou. Segundo Velho, é até possível que depois dessa alta de hoje as taxas futuras médias e longas, amanhã, passem por uma correção para baixo. "O governo, com isso, parece querer converter as expectativas", disse. "É um sinal de que âncora fiscal e monetária devem surpreender. O governo indica que quer restabelecer o tripé macroeconômico e a confiança." Abaixo, mais repercussão do aumento: FECOMERCIOSP - "Para a FecomercioSP, a decisão foi correta, pois a entidade não está plenamente convencida de que o risco do IPCA ficar acima da meta tenha sido realmente eliminado. Na análise da federação, o IPCA de 2014 deve fechar muito próximo do teto da meta (ao redor de 6,5%), porém, o mais importante é verificar se a inflação está em trajetória de queda. Também é importante ressaltar que, passado o período eleitoral, a volatilidade de mercado e os ânimos devem se acalmar, facilitando para o Banco Central conter especulações e momentos de pânico. Outro sinal é a ausência de descontrole cambial, o que tornaria mais complexo o trabalho do Banco Central no combate à alta de preços. Ao elevar a Selic em 0,25%, a autoridade econômica demonstra agir com prudência, o que a Entidade considera positivo. Além disso, o governo sinaliza que já compreendeu as preocupações dos mercados, dos investidores e dos analistas e indica que vai promover mudanças na condução econômica, conforme previa a FecomercioSP. Entre as mudanças esperadas está o aumento da rigidez com as contas públicas, fator fundamental para combater a inflação sem ser necessário elevar mais a taxa de juros. A federação considera que a coordenação harmoniosa das políticas monetária e fiscal seja a melhor solução de combate à inflação." FIRJAN - "A economia brasileira passa por um período de baixo crescimento, piora da inflação, erosão do quadro fiscal e aprofundamento do déficit externo. Em especial, é preocupante a trajetória futura de inflação, levando em conta a necessidade de correção dos preços administrados. No momento presente, já convivemos com inflação e juros elevados, a despeito da atividade fraca. Os desequilíbrios são inúmeros e o Sistema Firjan considera que a solução não passa por mais juros. Particularmente, é condição necessária uma nova postura no campo fiscal, com retorno à transparência e diminuição dos gastos públicos de natureza corrente, permitindo um recuo efetivo da inflação. Só assim voltaremos a ter um ambiente econômico mais saudável, com crescimento sustentável, inflação dentro da meta e juros em queda." CONTRAF-CUT - "O crescimento econômico já está baixo e os juros, altos. E agora com a elevação da Selic, emperra ainda mais o crescimento. Mais uma vez o Banco Central desperdiçou uma boa oportunidade para retomar o bom caminho da redução da Selic e, com isso, forçar uma queda maior dos juros e dos spreads dos bancos, a fim de baratear o crédito e incentivar o emprego, o desenvolvimento e a distribuição de renda. A continuidade das altas taxas de juros só serve para engordar o lucro dos bancos e inibir os investimentos das empresas na produção. As urnas mostraram que a política econômica precisa estar voltada para o crescimento econômico, gerando emprego e distribuição de renda. O Copom precisa ouvir mais a sociedade e menos o mercado. Os bancos abocanham recursos bilionários do Estado, na medida em que são os principais detentores de títulos públicos e se beneficiam das altas taxas da Selic, dificultando investimentos que o país tanto precisa para acelerar o crescimento e combater as desigualdades sociais. Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT". Fonte: http://www.gsnoticias.com.br/
  1 Comentários
 
by cocktail dresses tbdress @ 11 Nov 2014 04:00 pm
Da es Bielefeld ja nicht gibt frage ich mich, wer die Statistik mal wieder gefälscht hat. Aber soooooo auffällig
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