Abrangência do Senalba Ponta Grossa: Intermunicipal; Base Territorial: *Paraná*: António Olinto, Arapoti, Carambeí, Castro, Cruz Machado, Curiúva, Fernandes Pinheiro, Guamiranga, Imbaú, Imbituva, Ipiranga, Irati, Ivaí, Jaguariaíva, Mallet, Palmeira, Paula Freitas, Paulo Frontin, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Porto Amazonas, Prudentópolis, Rebouças, Reserva, Rio Azul, São João do Triunfo, São Mateus do Sul, Sengés, Teixeira Soares, Telêmaco Borba, Tibagi, União da Vitória e Ventania.



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"As universidades são âncoras para desenvolver as competências locais" Posted on 10 Sep 2014 by Fabiana
"As universidades possuem dois desafios: o nacional, de estimular a criação de produtos tecnológicos, e a regional, que é ser âncora para o desenvolvimento das competências locais", avalia o jornalista Luís Nassif. Atual editor do portal GGN e ex-colunista da Folha de São Paulo, ele acredita que o caminho de desenvolvimento do país já está dado, mas é preciso consolidar a política nacional de inovação. Esta engloba dois entes: as universidades e os setores produtivos. Alex Régis Luís Nassif, jornalista, fechou ciclo de palestras do seminário falando sobre dupla responsabilidade das universidades brasileirasLuís Nassif, jornalista, fechou ciclo de palestras do seminário falando sobre dupla responsabilidade das universidades brasileiras O jornalista ministrou a palestra de encerramento da 21ª edicaçãodo Motores do Desenvolvimento, realizada ontem. Segundo Nassif, o Brasil vive um momento de democracia social, impulsionado pelo poder de consumo, a expansão de crédito e a mudança na política brasileira após as manifestações populares de julho de 2013. "Às vezes nós não enxergamos o momento histórico que o país está vivendo, formado por processos de crescimento, janelas de oportunidade que geram uma nova dimensão, mas também novos problemas", apontou o jornalista. Segundo Nassif, entre as janelas de oportunidade do país estão as economias de escola - automóveis, têxteis e alimentos - e as vantagens competitivas, como agronegócio e petróleo. "Todo salto de inclusão de um país é essencial, mas vem num âmbito de conflitos." "O desenvolvimento é um conjunto de etapas. O mercado de consumo traz uma mudança, as pessoas começam a ser mais críticas com relação à sociedade e a política. Essa visão de que a inclusão, bolsa-família e auxílios criaria acomodados não existe. Pela primeira vez na vida as pessoas podem escolher entre comprar um arroz e um feijão", ressalta. "O consumo muda as pessoas. O Brasil que temos hoje está entrando na era da economia de massa, como China e Índia. Nós somos, porém, o único país que conseguiu essa inclusão com o processo democrático consolidado e relativamente pacífico", avalia. Entretanto, prossegue o jornalista, essas janelas do país só podem ser aproveitadas a partir de uma aproximação como o processo de inovação - a partir do fomento de uma nova relação entre universidade e setores produtivos. Uma das formas de garantir essa aproximação é consolidar a Política Nacional de Inovação, tocada principalmente pela Lei de Inovação. Criada em 2004, a lei previa a diminuição das barreiras burocráticas para aproximação entre a academia e a indústria ou o comércio. Entretanto, sua implantação também dependia da regulamentação nos estados e, atualmente, a lei passa por revisão no Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTi). "Tivemos três etapas da política nacional", enumera o jornalista: a compra de equipamentos e estruturação das universidades, construção de laboratórios regionais e expansão as universidades federais, articulação com as fundações estaduais, criação de secretarias de inovação (11 foram criadas no país), estabelecimento da Lei de Inovação regional e a terceira etapa, que ainda não aconteceu: ligar a universidade com a industria. Uma das formas de fazer essa ligação é a Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação), com consolidação de laboratórios, redes de pesquisa e criação do produto concreto. "Você tem hoje uma orquestra com todos os instrumentos. Para sair desta pasmaceira da economia atual, é preciso ter o mínimo de metodologia para estabelecer algo planejado em termos de ação. Os setores prioritários da economia não são os únicos", ressaltou o jornalista. Segundo o jornalista, é preciso que o Governo busque aproximar as universidades da indústria, possibilitando a chegada de tecnologia até a indústria e posterior produção nacional. "A educação faz isso. Ela buscou uma universidade que pudesse garantir a tecnologia para incluir crianças com deficiência na rede, e depois deu a concessão para uma indústria produzir", exemplificou. "As políticas sociais precisam continuar avançando. Mas para ter competitividade é preciso escolher as políticas industriais, os setores estratégicos." Unidades geradoras de novos conhecimentos O segundo bloco técnico da 21ª edição do "Motores do Desenvolvimento do Rio Grande do Norte", contou com a apresentação de três mesas redondas: "Energia e combustíveis: os trabalhos desenvolvidos pelo laboratório sismológico da UFRN (Labsis): muito além dos terremotos"; "Medicina tropical: a experiência do Instituto de Medicina Tropical do Rio Grande do Norte (IMT)"; "Curso de medicina multicampi: a experiência inovadora do curso de medicina no interior do Rio Grande do Norte" e "Neurociências: os trabalhos desenvolvidos pelo Instituto do Cérebro da UFRN (ICe)". O professor doutor Aderson Farias do Nascimento falou sobre a experiência do Labsis. Dando sequência às atividades, a professora doutora Selma Maria Bezerra Jerônimo fez exposição sobre os trabalhos no IMT. Já o professor doutor George Dantas de Azevedo conversou sobre o avanço do curso de medicina no interior do Estado e, por fim, a professora doutora Kerstin Érika Schmidt falou sobre o ICe. Além dos tremores Com o tema "Energia e Combustíveis: Os trabalhos desenvolvidos pelo Laboratório Sismológico (Labsis/UFRN): Muito além dos terremotos", o professor Doutor Aderson Farias do Nascimento explanou sobre a importância da sismologia no suporte ao planejamento de projetos para obras de infraestrutura e para otimizar a produção da indústria. O professor também dissertou sobre os desafios para da formação de recursos humanos na área, comentou a respeito da formação da rede sismológica brasileira e falou sobre a internacionalização das pesquisas nesse campo de estudos. O professor Aderson Farias abriu a apresentação explicando sobre terremotos. "Devido ao fato de nós estarmos no interior de uma placa, estamos em uma região que é um excelente propagador sísmico", disse. Ele citou o exemplo dos tremores sentidos no Rio Grande do Norte, na região de João Câmara, município situado a cerca de 90 km de Natal. Ele acrescentou que, além do tocante às obras, a sismologia é fundamental para dar informações confiáveis às pessoas. "A falta de informação pode ser o pior inimigo em um caso de desastre, causando pânico geral". No rasto das bactérias Ser uma unidade ativa no suporte às atividades de ensino, pesquisa e extensão, bem como auxiliar o desenvolvimento de vacinas e novos métodos diagnósticos em doenças infecciosas. Esses são os principais objetivos do Instituto de Medicina Tropical (IMT) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Na tarde de ontem, durante as mesas redondas de "Os Motores do Desenvolvimento do Rio Grande do Norte", a professora doutora Selma Maria Bezerra Jerônimo falou sobre a importância do IMT. "As doenças são neglicenciadas porque não há um investimento maciço em diagnóstico e terapia. Temos um grande desafio", resumiu. O IMT vivencia a primeira fase de sua implementação. Este período vai até o ano de 2016 com a implantação do Núcleo de Pesquisa Básica em Doenças Infecciosas e a coleta de dados para determinação e desenvolvimento de estratégia para vigilância das endemias. Dentre o mapeamento, construção de mapas de risco das endemias e articulação de trabalhos de intervenção para controle e erradicação de doenças, o IMT trabalha temas como hanseníase, leishmaniose visceral, esquistossomose e doenças de Chagas. Médicos no interior "Queremos ter o melhor curso de Medicina no Brasil". A afirmativa é do professor doutor George Dantas de Azevedo, coordenador do curso de Medicina da UFRN no Multicampi do Seridó. Ele falou sobre a experiência inovadora do curso de Medicina no interior do RN. Com 40 vagas anuais, o curso no interior tem o objetivo de promover a formação médica de excelência, apoiada no compromisso social de contribuir para a inovação dos serviços de saúde e a melhoria progressiva da qualidade de vida da população. O curso de Medicina Multicampi foi instalado em julho deste ano, em Caicó. A área administrativa e os espaços destinados às atividades de ensino da nova graduação funcionam nos pavimentos 1 e 2 do prédio do Hospital da Liga Norte-riograndense contra o Câncer naquela cidade. A nova graduação inicia com 40 alunos, um quadro de 20 professores. A expectativa é que em dois anos o número de vagas seja ampliado. George Dantas explicou que o projeto vem sendo implantado com êxito e tem forte reconhecimento da comunidade. Além disso, o modelo de estrutura é exemplo para outros projetos nacionais e há parcerias internacionais em andamento. Investigando o cérebro A professora doutora alemã Kerstin Érika Schmidt, do Instituto do Cérebro (ICe) da UFRN falou sobre a atuação e trabalhos desenvolvidos no ICe. Inaugurado oficialmente há três anos, o instituto já possui 104 artigos publicados e 140 membros - entre os quais está o neurobiologista Torsten Wiesel, prêmio Nobel e professor da Universidade de Rockfeller (Estados Unidos). Os avanços não estão apenas no âmbito científico: em outubro, o ICe pretende abrir as discussões com o setor econômico do Estado. Luiz Antônio Barreto de Castro, cientista pioneiro em biotecnologia no Brasil, chega ao local para nortear as interações com as entidades do setor. O Instituto do Cérebro da UFRN abriga 16 laboratórios. Foram recrutados até o momento 17 professores, todos com formação e experiência em importantes centros dos EUA, Europa e Austrália. Existem, ainda, sete vagas a serem preenchidas, havendo a previsão de um total de 25 docentes efetivados até 2016. Há ainda 31 servidores técnico-administrativos, estando prevista a contratação de mais 31 servidores até 2016. Atualmente, o ICe abriga 36 alunos de Iniciação Científica, 32 de mestrado e 35 de doutorado e 10 pós-doutorandos.
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