Abrangência do Senalba Ponta Grossa: Intermunicipal; Base Territorial: *Paraná*: António Olinto, Arapoti, Carambeí, Castro, Cruz Machado, Curiúva, Fernandes Pinheiro, Guamiranga, Imbaú, Imbituva, Ipiranga, Irati, Ivaí, Jaguariaíva, Mallet, Palmeira, Paula Freitas, Paulo Frontin, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Porto Amazonas, Prudentópolis, Rebouças, Reserva, Rio Azul, São João do Triunfo, São Mateus do Sul, Sengés, Teixeira Soares, Telêmaco Borba, Tibagi, União da Vitória e Ventania.




Atenção

Informamos que a partir de 01/01/2018 as homologaçðes serão cobradas.

O valor será de R$ 50,00 reais pago pela empresa por empregado desligado em qualquer modalidade.

Notícias

Habitação popular precisa de avanços institucionais Posted on 07 Aug 2014 by Fabiana
O Brasil possui cerca de 60 milhões de residências, mas ainda tem um déficit habitacional variando entre 5 milhões e 7 milhões de moradias, número que oscila conforme o critério utilizado para caracterizar essa necessidade. A existência desse elevado déficit se deve a vários motivos, como, por exemplo, o lento avanço da infraestrutura diante do rápido adensamento urbano nas regiões metropolitanas, a partir da década de 1950. O investimento na casa própria geralmente tem como contrapartida uma dívida de longo prazo, quase sempre a maior que uma família é capaz de contrair por uma geração. A inflação crônica e galopante no país inviabilizou esse tipo de crédito no Brasil, por falta de fontes de financiamento. Mesmo depois que a inflação foi controlada, a partir do lançamento do real, os juros vigentes tornaram o custo dos empréstimos imobiliários incompatíveis com os valores dos bens adquiridos. À medida que as taxas foram declinando, o crédito imobiliário ganhou novo impulso. Mudanças na legislação reduziram o risco e ampliaram a garantia para incorporadores, compradores e financiadores. No entanto, o déficit continuou elevado e concentrado no segmento da habitação popular. Programas tradicionais do setor público se mostraram insuficientes para atender a essa demanda, o que levou o governo federal a lançar um plano em larga escala, o Minha Casa Minha Vida, com subsídios inversamente proporcionais à renda (até o teto de dez salários mínimos) das famílias que se candidatam às moradias. O número de construções de fato aumentou, com uma média anual de entregas da ordem de 370 mil residências, próximo ao que os especialistas consideram ser a capacidade máxima da indústria para esse segmento (de 400 mil a 450 mil por ano). Como é subsidiado, o programa precisa de mecanismos que garantam a sua continuidade até a eliminação do déficit habitacional, em um horizonte que se estenderá por várias administrações governamentais. Sem falar de inflação baixa. É uma questão importante para o debate que antecede as eleições gerais de outubro. Devido a seu apelo popular, tal programa costuma ser alvo de exploração política e partidária. Não por acaso que o Ministério das Cidades acabou atraindo a cobiça dos aliados da presidente Dilma e foi contaminado pelo fisiologismo. Avanços institucionais e operacionais são possíveis nessa área, porque, para ser bem-sucedido, o programa de habitação popular precisa de entrosamento entre órgãos dos três níveis de governo (federal, estadual e municipal), agentes financeiros, construtores e até mesmo do poder judiciário, para que os empreendimentos sejam dotados de infraestrutura (saneamento, energia, telecomunicações, transporte, escolas e entretenimento), a fim de que não se deteriorem, favelizando-se ou formando novos guetos sociais. Fonte: GS Noticias - Gestão Setorial
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