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Vale-cultura já movimentou R$ 137 milhões Posted on 22 Jul 2014 by Fabiana
Maior parte dos gastos com o cartão foi com livros, jornais e revistas, que tiveram 88% Uma pesquisa do Serviço Social do Comércio (Sesc), divulgada em abril, avaliou o comportamento de consumo de cultura do brasileiro. Os dados indicaram que 58% não havia lido nenhum livro nos últimos seis meses; 71% nunca esteve em exposições de pintura, escultura e outras artes; e 51% não realiza nenhuma atividade cultural nos fins de semana. A televisão se destacou como o produto mais consumido, com 54%. É esse o cenário que o vale-cultura, lançado há seis meses pelo governo federal, pretende transformar. O programa, de adesão não obrigatória pelas empresas, paga R$ 50,00 mensais acumuláveis, preferencialmente, a trabalhadores com renda de até cinco salários-mínimos. O valor pode ser usado em bens e serviços, como livros, cinemas, teatros, CDs e DVDs e instrumentos musicais. Segundo o balanço do primeiro semestre, divulgado pelo Ministério da Cultura, o cartão movimentou R$ 137 milhões em vendas. Desse total, os 215,6 mil cadastrados gastaram 88% em livros, jornais e revistas. Em segundo lugar, o setor cinematográfico recebeu 9,2%, e o comércio de instrumentos musicais, 1,3%. Para o professor de história e artes visuais da Ufrgs Francisco Marshall, é cedo para avaliar os resultados, mas, de forma inédita, a política da área no Brasil dispõe financiamento direto ao usuário. ?O primeiro impacto é o início da percepção de cultura pelo beneficiado. Com o cartão, ele tem a seu dispor poder sobre o processo decisório, antes relegado apenas ao produtor, artistas ou empresas. Além disso, colocar a palavra ?cultura? em circulação entre trabalhadores e empresariado é muito positivo, pois a faz ser desejada e gera empoderamento em relação à cultura?, diz. Com isso, de acordo com Marshall, o vale-cultura impacta no sistema de fomento na área, responsável por privilegiar grandes produções e deixar de lado a cultura local e comunitária. ?O circuito cultural, que originalmente visava criar um sistema de mecenato, acabou se tornando um instrumento de marketing das grandes empresas, por onde passam as decisões dos projetos. Ao colocar no bolso do usuário a decisão sobre o financiamento, o vale-cultura inverte essa lógica.? O professor ressalta, ainda, a necessidade de adesão e expansão do projeto: ?É interessante que seja uma política em larga escala, com apoio de agremiações patronais e de trabalhadores adotando-a sistematicamente. O valor tem que ser melhorado, pois R$ 50,00 não permite um consumo semanal de cultura?. Ele defende uma maior divulgação: ?O setor gráfico e os cinemas são mais dinâmicos economicamente e se anteciparam na adaptação ao sistema. Seria interessante trabalhar também para instrumentalizar os teatros a aceitarem mais os recursos?. A avaliação da presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), Karine Pansa, vai no mesmo sentido. ?O setor editorial apoiou desde o início, pois acreditava no potencial do vale-cultura. Projetamos números que beneficiariam tanto o setor quanto o trabalhador, que poderia fazer sua livre escolha com relação à aquisição dos bens culturais?. A CBL apostava em alta de 5% na venda de publicações um ano após a implantação, mas Karine concorda que é preciso esperar pela consolidação do programa para verificar o cumprimento das projeções. ?Até o momento, é animador. Os 88% investidos em livros, jornais e revistas vão derrubando o paradigma de que o brasileiro não gosta de ler, à medida que tem mais acesso a eles.? Andrei de Souza Batista, funcionário do restaurante Casa DiPaolo, de Porto Alegre, é um dos beneficiários que opta pela compra de livros. ?A empresa incentiva que tenhamos um momento de lazer. O garçom, por exemplo, lida direto com o público, então é importante que tenha uma boa habilidade de comunicação. A cultura, de uma maneira geral, contribui para isso?. O proprietário do estabelecimento, Paulo Geremia, entende o vale-cultura como uma via de duas mãos, onde a empresa e os trabalhadores saem ganhando. ?Valorizamos o conhecimento do funcionário na sua vida pessoal. E um colaborador mais culto tem um interesse e um preparo para nos dar um retorno maior no trabalho?, afirma. Projeto impulsiona mercado cultural brasileiro Realizada com 2,4 mil entrevistados com mais de 16 anos, residentes em 139 municípios brasileiros, a pesquisa Públicos de Cultura, do Sesc, traça um amplo cenário dos hábitos culturais no País. Ao apresentar dados que mostram, por exemplo, que 61% e 75%, respectivamente, nunca assistiram a uma peça teatral e a um espetáculo de dança, o estudo evidencia que atividades ligadas ao setor não fazem parte da rotina do brasileiro. Ao mesmo tempo, entretanto, constata que há um denso mercado cultural a ser explorado no País. Para a gerente de Cultura do Sesc, Márcia Rodrigues, a implantação do vale-cultura pode agitar a cadeia produtiva por criar demanda por novos serviços. ?Uma das vantagens do programa é gerar movimento nesse mercado, auxiliando o crescimento do fazer artístico no Brasil. É natural, em um primeiro momento, que os livros, jornais e revistas sejam mais procurados, pois ainda temos poucos teatros e cinemas, mas os recursos do cartão irão acelerar e otimizar o crescimento desses espaços por estar gerando a necessidade, a procura?, afirma. Entretanto, destaca Márcia, o primeiro passo é a mudança de mentalidade provocada no cidadão. ?O desenvolvimento do projeto gera uma transformação conceitual. A cultura, que geralmente não era vista como algo importante, torna-se um direito para o trabalhador da mesma forma que a saúde e a educação. Embora seja um processo que se leva tempo para construir, esse é o grande ganho. Enquanto determinados setores podem se beneficiar economicamente, a cultura pode ser alçada a outro patamar no Brasil?, conclui. Fonte: http://www.gestaosindical.com.br/
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