Abrangência do Senalba Ponta Grossa: Intermunicipal; Base Territorial: *Paraná*: António Olinto, Arapoti, Carambeí, Castro, Cruz Machado, Curiúva, Fernandes Pinheiro, Guamiranga, Imbaú, Imbituva, Ipiranga, Irati, Ivaí, Jaguariaíva, Mallet, Palmeira, Paula Freitas, Paulo Frontin, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Porto Amazonas, Prudentópolis, Rebouças, Reserva, Rio Azul, São João do Triunfo, São Mateus do Sul, Sengés, Teixeira Soares, Telêmaco Borba, Tibagi, União da Vitória e Ventania.



Atenção

Informamos que a partir de 01/01/2018 as homologaçðes serão cobradas.

O valor será de R$ 50,00 reais pago pela empresa por empregado desligado em qualquer modalidade.

Notícias

Corrupção pune fundos de pensão Posted on 31 Mar 2015 by Fabiana
Brasileiros que acreditaram na promessa de aposentadoria com renda adicional para garantir uma velhice tranquila estão em alerta. Responsáveis por administrar um patrimônio total de mais de R$ 300 bilhões, as fundações de previdência complementar de empregados da Petrobras, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica e dos Correios foram envolvidas em recentes escândalos de corrupção, aumentando o temor, principalmente entre funcionários de estatais que têm no governo federal o principal acionista. No caso do Postalis, fundo de pensão dos Correios, a ingerência política do PMDB e do PT causou um rombo de R$ 5,6 bilhões, depois que investimentos feitos entre 2010 e 2012 não foram aprovados devidamente. Os outros fundos figuram em lista do Ministério Público no âmbito da Operação Lava-Jato, deflagrada pela Polícia Federal, que não se restringiu à cobrança de propina em obras da Petrobras. Políticos investigados teriam criado um sistema para cobrar taxas pela aprovação de investimentos dos fundos de pensão, resultando em prejuízos bilionários às entidades. A Lava-Jato por si só tem provocado reflexos diretos na rentabilidade de fundos de pensão que têm ações na Bolsa de Valores. Especialistas em direito previdenciário avaliam que nem as investigações em curso pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), a autarquia que fiscaliza o setor, intimidam os suspeitos de irregularidades, que recorrem ao Judiciário para fugir dos processos instaurados pelo órgão regulador e acabam escapando de possíveis condenações. Os esquemas de corrupção investigados permitiam a livre negociação de propinas. Em relação à Previ, o braço previdenciário do Banco do Brasil, delatores da Lava-Jato afirmaram que diretores da enrolada empresa Sete Brasil, da qual o fundo de pensão é acionista, teriam recebido dinheiro ilícito após a assinatura de contratos. A companhia, criada para construir e alugar as sondas bilionárias para exploração do pré-sal, está em situação financeira dramática. Investigações da Polícia Federal indicam, ainda, que na Petros, a entidade fechada de previdência complementar de empregados da Petrobras, gestores e envolvidos no esquema se reuniam para definir investimentos. Na Funcef, o fundo da Caixa, a suspeita é de que as obras da Usina de Belo Monte, no Pará, da qual a entidade é sócia, também entraram na partilha que resultaria nos pagamentos de propina para gestores e agentes públicos. A advogada e especialista em fundos de pensão Ana Paula Oriola Raefrray destaca que há uma morosidade no julgamento de eventuais desvios de conduta praticados por gestores de fundos de pensão. A Previc tem atuado para coibir os desvios, mas, muitas vezes, o órgão acaba refém do sistema, pondera. As dificuldades dos fundos por conta do baixo crescimento da economia que contribuiu para os deficits nos últimos dois anos , emenda Ana Paula, ficaram em segundo plano diante da possibilidade de o Congresso Nacional instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o setor. Interesses Na opinião do professor de economia do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) Paulo Furquim, os fundos de pensão de estatais sempre foram usados como instrumento de política pública e em projetos de interesse do governo. Esse cenário, afirma, traz risco para a segurança das aposentadorias daqueles que contribuem com os planos de previdência complementar. Os fatos indicam que alguns investimentos tiveram caráter mais político do que planos sólidos que apresentariam chances de rentabilidade, sublinhou. Para o presidente da Associação Brasileira de Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), José Ribeiro Pena Neto, o setor apresenta problemas pontuais no Brasil, que, defende ele, merecem investigação. Os fundos de pensão que trabalham de maneira correta para pagar benefícios e entregar resultados têm a imagem desgastada com esses problemas, afirma. Na avaliação de Pena Neto, a Previc tem cumprido o papel de monitorar o sistema, mas precisa padronizar processos de fiscalização para que não haja diferença na hora de apurar indícios de irregularidades. Ele ressalta que os fiscais divergem na maneira de interpretar normas. O ano de 2015, pontua o presidente da Abrapp, será desafiador. CPI em negociação A possibilidade de instalação de uma CPI no Congresso Nacional para investigar possíveis irregularidades na gestão de fundos de pensão é fruto de um embate político entre oposição e governo. Os dados divulgados até aqui como desdobramento da Operação Lava-Jato ainda são considerados preliminares e mais evidências precisariam vir a público, na opinião de especialistas, para justificar uma investigação em comissão específica. Fonte: http://www.gsnoticias.com.br/
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